Ball reforça estratégia de circularidade do alumínio no Dia Mundial da Reciclagem
13.05.2026
O avanço da economia circular passa cada vez mais pela capacidade da indústria de ampliar o uso de materiais reciclados e fortalecer cadeias produtivas mais eficientes. No setor de embalagens, o alumínio segue como um dos principais exemplos desse movimento.
No Dia Mundial da Reciclagem, celebrado em 17 de maio, a Ball Corporation reforçou sua estratégia voltada à circularidade do alumínio, ao aumento do conteúdo reciclado nas embalagens e à redução das emissões ao longo da cadeia produtiva.
Segundo a companhia, 74% do alumínio utilizado globalmente em suas embalagens para bebidas já vêm de fontes recicladas, com meta de atingir média global de 85% até 2030.
O alumínio é considerado estratégico dentro da economia circular por manter suas propriedades após múltiplos ciclos de reciclagem. Além disso, o reaproveitamento do material permite economia de aproximadamente 95% da energia necessária para produção do alumínio primário.
Na América do Sul, os índices de reciclagem mostram diferentes estágios de maturidade da cadeia. O Brasil mantém taxas superiores a 95% de reciclagem de latas de alumínio há mais de 15 anos, enquanto Argentina e Paraguai registram índices entre 80% e 90%. No Chile, a taxa chegou a 36% em 2025.
Para Tamires Silvestre, a reciclagem e o uso eficiente dos recursos são pilares importantes para a evolução de modelos produtivos mais sustentáveis e competitivos.
A companhia também vem ampliando iniciativas ligadas à rastreabilidade e governança da cadeia do alumínio por meio da certificação ASI (Aluminium Stewardship Initiative), além de manter metas alinhadas à Science Based Targets initiative (SBTi) para redução das emissões de gases de efeito estufa até 2030.
Entre as ações em andamento estão o aumento do uso de energia renovável, maior conteúdo reciclado nas embalagens e ganhos de eficiência operacional. Atualmente, as operações da Ball no Brasil, Chile e Paraguai já utilizam 100% de energia elétrica renovável.
O movimento reforça uma tendência cada vez mais presente na indústria de embalagens: sustentabilidade e eficiência produtiva passaram a caminhar juntas dentro das estratégias de competitividade do setor.