Pense Negativo: por que nunca houve um momento tão oportuno para repensar a escolha de materiais
06.11.2026
Metas de sustentabilidade, novas regulações e a busca por previsibilidade estão mudando a forma como a indústria de embalagens escolhe seus materiais, aponta relatório .
Em 2026, entra em vigor no Brasil o Programa Selo Verde Brasil, iniciativa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), que cria critérios nacionais para a certificação voluntária de produtos e serviços sustentáveis. O objetivo é fortalecer a economia circular, ampliar a transparência e aumentar a competitividade das empresas capazes de demonstrar, de forma verificável, seus atributos de sustentabilidade.
O programa é um dos sinais de um movimento maior, que o relatório Pense Negativo , iniciativa de I’m green™ bio-based, ajuda a entender. A pesquisa, feita com 2.250 tomadores de decisão de empresas que usam ou produzem embalagens em 14 países, identifica as forças que estão levando as empresas a reconsiderar seus materiais.
Metas de sustentabilidade cada vez mais próximas
Para 49% dos entrevistados, as metas de sustentabilidade são o principal fator para considerar alternativas aos plásticos tradicionais. A pressão é interna, mas afeta a reputação: segundo o relatório, nove em cada dez consumidores dizem confiar mais em empresas que demonstram progresso ambiental, e 73% estão dispostos a mudar seus hábitos de compra para reduzir o impacto ambiental.
Para as empresas que conseguem implementar e comprovar melhorias concretas, isso significa atrair novos clientes e fortalecer a lealdade dos atuais.
O relógio regulatório está correndo
82% consideram importante ou muito importante o cumprimento da legislação. As regulamentações europeias estão entre as mais avançadas e influentes no tema, com destaque para o Regulamento sobre Embalagens e Resíduos de Embalagens (PPWR) e os esquemas de Responsabilidade Estendida do Produtor (EPR), que atribuem aos fabricantes a responsabilidade financeira pela gestão das embalagens após o uso.
Segundo o relatório, essas medidas vêm orientando o desenvolvimento de políticas semelhantes em diversas partes do mundo, e o Selo Verde Brasil mostra que o país acompanha esse movimento.
Diversificação e previsibilidade
Para planejar a longo prazo, confiabilidade no fornecimento e previsibilidade de custos tornaram-se prioridades cada vez mais importantes. O relatório mostra que as empresas que diversificam suas fontes de matéria-prima ganham mais segurança no planejamento.
Nesse ponto, os materiais de origem renovável têm uma característica própria: seu abastecimento pode ser renovado a cada ciclo de cultivo. No caso do I’m green™ bio-based, a matéria-prima é a cana-de-açúcar.
“O setor precisa comunicar melhor as vantagens dessas alternativas, incluindo o fato de que algumas delas podem ser incorporadas às cadeias de abastecimento existentes com disrupção mínima – ou nenhuma.”
Alex Duarte, líder comercial de I’m green™ bio-based para a América do Sul
Da intenção à ação
A disposição já existe: 69% dos entrevistados estão dispostos a pagar mais por alternativas que contribuam para seus objetivos de sustentabilidade. O relatório mostra que parte das barreiras pode ser superada com a escolha do material. Por ser uma solução drop-in, o I’m green™ bio-based pode ser incorporado às linhas de produção existentes com interrupção mínima e é quimicamente idêntico aos equivalentes de origem fóssil, sem comprometer qualidade ou desempenho.
Baixe o relatório Pense Negativo e descubra por que este é o melhor momento de pensar negativo.
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